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terça-feira, 5 de março de 2013
- Lya Luft
Às vezes a gente esbarra em algum texto na net e se pergunta... Como posso saborear um pouco mais disso?
sexta-feira, 27 de julho de 2012
terça-feira, 26 de junho de 2012
GERAÇÃO INDIGO... PROCESSO DE APRENDIZAGEM...
sexta-feira, 3 de junho de 2011
ABACATEIRO
Gilberto Gil
Composição : Gilberto Gil
Abacateiro acataremos teu ato.
Nós também somos do mato como o pato e o leão.
Aguardaremos brincaremos no regato,
Até que nos tragam frutos teu amor, teu coração.
Abacateiro teu recolhimento é justamente o significado da palavra temporão.
Enquanto o tempo não trouxer teu abacate,
Amanhecerá tomate e anoitecerá mamão.
Abacateiro sabes ao que estou me referindo, porque todo tamarindo tem.
O seu agosto azedo, cedo, antes que o janeiro doce manga venha ser também.
Abacateiro serás meu parceiro solitário nesse itinerário da leveza pelo ar.
Abacateiro saiba que na refazenda
Tu me ensina a fazer renda que eu te ensino a namorar.
Refazendo tudo
Refazenda
Refazenda toda Guariroba.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Planejamento e alegria..., satisfação pela conquista
Olá começo este texto inspirada pela foto ao lado. E disposição para atingir objetivos é o ingrediente principal, de vez em quando sacudir a poeira e fortalecer o planejamento dão um empurrãozinho.
Embora meu assunto principal esteja sempre no âmbito educacional, não posso esquecer que adquirir conhecimento passa pela condição essencial da saúde, disposição e planejamento.
Para merecermos o que almejamos temos de ter a consciência de estarmos devidamente preparados, não se ganha uma competição sem treinos, que muitas vezes são chatos, cansativos e obrigatórios.
Os especialistas recomendam que se inicie um projeto avaliando quais metas já foram alcançadas e incluir a palavra “ainda” antes daquelas que estão no processo de conquista. Rebeca Fischer, psicóloga da Sociedade Brasileira de Neurolinguística diz: “Ao se referir ao que não foi realizado, é preciso incluir o “ainda”, para lembrar que se trata de um processo em andamento”.
Faça uma lista com definições e objetividade:
Quero emagrecer...quantos quilos?...Até que data?...Com qual recurso? É possível?
Quero comprar um carro...qual o modelo?... até qual data?...com qual recurso? É possível?
Quero comprar um apartamento...
Quero passar no vestibular, concurso ou mesmo iniciar uma faculdade....
Se sua resposta for sim, siga em frente. Se for não... pergunte o que mais preciso para realizar esta meta?
Faça um planejamento e anote os procedimentos:
Planejar é dividir o passo a passo, qual o tempo que eu tenho para me dedicar a isso?
Quanto dinheiro eu tenho?
Neste prazo....isso é compatível?
Segundo Villela de Matta, presidente da sociedade brasileira de coaching, “Temos a tendência de superestimar o que conseguimos em um ano e subestimar o que podemos conquistar em cinco”.
Afinal as metas são para médios e longos prazos.
Já Christian Barbosa, especialista em administração do tempo e produtividade, reforça; “Sonhar pequeno e grande dá o mesmo trabalho. “ O que importa é o planejamento que contemple os passos necessários.
Os especialistas orientam sobre a importância de definir quais são as reais motivações.
“É importante saber por que você quer aquilo” (MATTA).
Exemplos: Eu quero comprar um carro novo porque meu carro antigo perdeu a função.
Eu quero emagrecer porque preciso de mais leveza, saúde e bem estar.
Eu quero comprar um apartamento porque preciso de mais comodidade e segurança.
Eu quero passar nesse concurso porque me garante empregabilidade.
Quero concluir essa faculdade porque me garante conhecimento necessário a minha capacidade profissional.
E Rebeca lembra; é preciso avaliar se o que a pessoa vai ganhar é maior do que o investimento. (Tempo, dinheiro e dedicação). “Se não for, é difícil mudar de comportamento”. Segundo a psicóloga.
Avaliações constantes
Com o passar do tempo as dificuldades aparecem e atrapalham a conquista do objetivo, o que fazer então? Como não desistir?
É preciso driblar a rotina, mudando-a sempre que necessário para adaptar às pequenas metas até atingir os objetivos.
Transformar os pensamentos limitantes. Não posso porquê?...Não mereço?...O que eu ganho me sabotando?... Qualquer que seja a resposta, ela tem lógica? Eu acredito nisso?
Anote estas reflexões... se forem verdadeiras pra você, e você não as quer mais, queime-as e refaça seus sonhos. Busque ajuda profissional.
Superar obstáculos não tem que ser uma tarefa solitária, o mérito é seu, com ajuda ou sem.
As avaliações de tempos em tempos é uma prática útil para reorganizar as coisas quando elas não estão conforme o planejado.
Observe que seu objetivo pode ser de um ano, mas as metas podem e devem ser mensais.
Acompanhe o processo com alegria e satisfação
Desenvolver alegria pelo que está fazendo requer um pouco de técnica e conhecimento de si mesmo.
Primeiro... mudar a rotina exige atenção, concentração e prazer. Então o que te dá prazer que pode substituir um velho hábito? Se você não sabe precisa descobrir.
Segundo... procure se não puder substituir dividir o sacrifício em etapas de conformidade.
100% de sacrifício não garante resultado porque a desmotivação será constante. Então que tal 70% de sacrifício e 30% de prazer. Quando seu corpo e mente estiverem satisfeitos com estes números você poderá mudá-los outra vez. 80% sacrifício e 20% prazer, mantenha-se assim até atingir a meta ou objetivo, pois assim será 100% prazer pela conquista e então quem sabe você gostará e poderá iniciar novos planos, novas metas com outros objetivos e sem as dificuldades iniciais.
E aí aquela frase bíblica se justificará: Tudo posso, naquele que me fortalece.
segunda-feira, 28 de março de 2011
A COMPLICADA ARTE DE VER (POR RUBEM ALVES)
Ela entrou, deitou-se no divã e disse: "Acho que estou ficando louca". Eu fiquei em silêncio aguardando que ela me revelasse os sinais da sua loucura. "Um dos meus prazeres é cozinhar. Vou para a cozinha, corto as cebolas, os tomates, os pimentões - é uma alegria! Entretanto, faz uns dias, eu fui para a cozinha para fazer aquilo que já fizera centenas de vezes: cortar cebolas. Ato banal sem surpresas. Mas, cortada a cebola, eu olhei para ela e tive um susto. Percebi que nunca havia visto uma cebola. Aqueles anéis perfeitamente ajustados, a luz se refletindo neles: tive a impressão de estar vendo a rosácea de um vitral de catedral gótica. De repente, a cebola, de objeto a ser comido, se transformou em obra de arte para ser vista! E o pior é que o mesmo aconteceu quando cortei os tomates, os pimentões... Agora, tudo o que vejo me causa espanto."
Ela se calou, esperando o meu diagnóstico. Eu me levantei, fui à estante de livros e de lá retirei as "Odes Elementales", de Pablo Neruda. Procurei a "Ode à Cebola" e lhe disse: "Essa perturbação ocular que a acometeu é comum entre os poetas. Veja o que Neruda disse de uma cebola igual àquela que lhe causou assombro: 'Rosa de água com escamas de cristal'. Não, você não está louca. Você ganhou olhos de poeta... Os poetas ensinam a ver".
Ver é muito complicado. Isso é estranho porque os olhos, de todos os órgãos dos sentidos, são os de mais fácil compreensão científica. A sua física é idêntica à física óptica de uma máquina fotográfica: o objeto do lado de fora aparece refletido do lado de dentro. Mas existe algo na visão que não pertence à física.
William Blake sabia disso e afirmou: "A árvore que o sábio vê não é a mesma árvore que o tolo vê". Sei disso por experiência própria. Quando vejo os ipês floridos, sinto-me como Moisés diante da sarça ardente: ali está uma epifania do sagrado. Mas uma mulher que vivia perto da minha casa decretou a morte de um ipê que florescia à frente de sua casa porque ele sujava o chão, dava muito trabalho para a sua vassoura. Seus olhos não viam a beleza. Só viam o lixo.
Adélia Prado disse: "Deus de vez em quando me tira a poesia. Olho para uma pedra e vejo uma pedra". Drummond viu uma pedra e não viu uma pedra. A pedra que ele viu virou poema.
Há muitas pessoas de visão perfeita que nada vêem. "Não é bastante não ser cego para ver as árvores e as flores. Não basta abrir a janela para ver os campos e os rios", escreveu Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa. O ato de ver não é coisa natural. Precisa ser aprendido. Nietzsche sabia disso e afirmou que a primeira tarefa da educação é ensinar a ver. O zen-budismo concorda, e toda a sua espiritualidade é uma busca da experiência chamada "satori", a abertura do "terceiro olho". Não sei se Cummings se inspirava no zen-budismo, mas o fato é que escreveu: "Agora os ouvidos dos meus ouvidos acordaram e agora os olhos dos meus olhos se abriram".
Há um poema no Novo Testamento que relata a caminhada de dois discípulos na companhia de Jesus ressuscitado. Mas eles não o reconheciam. Reconheceram-no subitamente: ao partir do pão, "seus olhos se abriram". Vinicius de Moraes adota o mesmo mote em "Operário em Construção": "De forma que, certo dia, à mesa ao cortar o pão, o operário foi tomado de uma súbita emoção, ao constatar assombrado que tudo naquela mesa - garrafa, prato, facão - era ele quem fazia. Ele, um humilde operário, um operário em construção".
A diferença se encontra no lugar onde os olhos são guardados. Se os olhos estão na caixa de ferramentas, eles são apenas ferramentas que usamos por sua função prática. Com eles vemos objetos, sinais luminosos, nomes de ruas - e ajustamos a nossa ação. O ver se subordina ao fazer. Isso é necessário. Mas é muito pobre. Os olhos não gozam... Mas, quando os olhos estão na caixa dos brinquedos, eles se transformam em órgãos de prazer: brincam com o que vêem, olham pelo prazer de olhar, querem fazer amor com o mundo.
Os olhos que moram na caixa de ferramentas são os olhos dos adultos. Os olhos que moram na caixa dos brinquedos, das crianças. Para ter olhos brincalhões, é preciso ter as crianças por nossas mestras. Alberto Caeiro disse haver aprendido a arte de ver com um menininho, Jesus Cristo fugido do céu, tornado outra vez criança, eternamente: "A mim, ensinou-me tudo. Ensinou-me a olhar para as coisas. Aponta-me todas as coisas que há nas flores. Mostra-me como as pedras são engraçadas quando a gente as têm na mão e olha devagar para elas".
Por isso - porque eu acho que a primeira função da educação é ensinar a ver - eu gostaria de sugerir que se criasse um novo tipo de professor, um professor que nada teria a ensinar, mas que se dedicaria a apontar os assombros que crescem nos desvãos da banalidade cotidiana. Como o Jesus menino do poema de Caeiro. Sua missão seria partejar "olhos vagabundos"...
Grifo meu.
Rubem Alves, 71, educador, escritor. Livros novos para crianças e adultos-crianças: "Os Três Reis" (Loyola) e "Caindo na Real: Cinderela e Chapeuzinho Vermelho para o Tempo Atual" (Papirus).
Site: www.rubemalves.com.br
O texto acima foi extraído da seção "Sinapse", jornal "Folha de S.Paulo", versão on line, publicado em 26/10/2004.
segunda-feira, 21 de março de 2011
ACOMPANHAMENTO ESCOLAR
O trabalho do Terapeuta Educacional foca em desbloquear algum processo de aprendizagem que fora interrompido ou mal desenvolvido ao longo da vida de seu cliente. Usa-se técnicas corporais e estímulos intelectuais além de observação terapêutica sobre cada caso.
É comum pensar em acompanhamento escolar para nossos filhos apenas quando surge a ameaça da reprovação.
O recomendável é ficar atento às notas e as dificuldades que a criança apresenta nas lições de casa, desde o início do ano e começar o trabalho logo nos primeiros meses.
O Acompanhamento Escolar tem uma proposta. É direcionado aos alunos que não estão conseguindo acompanhar a rotina escolar e estão encontrando dificuldades nas relações e raciocínios envolvidos nas matérias de matemática e português, mas também se aplica àqueles que por algum motivo não puderam continuar os estudos e sentem necessidade de recomeçar.
E nesse caso, é necessário que o aluno aprenda a estudar e a pensar, por isso o trabalho é feito, duas vezes na semana, com duração de uma hora cada matéria. O que possibilitará um resultado de melhora nas notas nas outras matérias que exijam concentração, leitura e cálculo.
O que se pode observar para decidir se uma criança precisa de ajuda?
• Notas do ano anterior;
• Observações específicas dos professores;
• Dificuldades em fazer as lições de casa; tempo excessivo, desmotivações, esquecimentos, entre outras queixas.
Os pais que estão conscientes dessa necessidade não devem deixar essa decisão pra depois.
É necessário que sejamos acolhedores e determinados. O direcionamento do adulto é importante nesse momento. É muito importante ouvir a opinião da Coordenação Pedagógica da Escola, até mesmo para investigar algum outro problema de aprendizado.
Podemos unir interesses, trabalhando juntos: Pais – Escola – Psicopedagogos.
domingo, 14 de fevereiro de 2010
REPASSAR CONHECIMENTO É PAPEL DOS EDUCADORES
Acabo de ler um artigo e quase me segurei pra não passar esta informação à diante, mas ficou claro que não devo fazer isto, afinal honro minha categoria profissional e compro revistas e livros, justamente para adquirir conhecimento que se possa transmitir.
Estudo DIDÁTICA porque acredito que sempre se tem uma melhor forma de passar conhecimento e comportamento através da escrita. E a própria escrita tem suas normas e regulamentos que se bem estruturado dentro de cada um fortalece o indivíduo como ser socializado neste mundo.
A Revista LÍNGUA PORTUGUESA nº52 (fevereiro 2010) que ainda esta nas bancas trás matéria assinada por Josué Machado sobre uma maior clareza quanto ao uso do acento indicador de crase, alertando jornalistas e estudantes de forma geral sobre os tropeços que esta questão de crase trás.
Na matéria intitulada “Um acento espantoso”, Josué Machado chama atenção para as condições normais de uso do acento grave. Nada de novo seria observado por mim na sua explanação sobre a regra que define o uso do acento grave indicador de crase; se lá pelo final ele não colocasse com tom de generalidade a seguinte ilustração didática de utilização do uso da crase antes de nomes pátrios.
“Se vou A e volto DA, crase há; se vou A e volto DE, crase pra quê?”
Embora seu tom fosse de generalidade, eu não a conhecia e com certeza farei uso em minhas aulas.
E para demonstrar essa ferramenta e acreditando que divulgar conhecimento é meu dever observe os exemplos vinculados a este assunto.
CRASE: Junção do A (preposição) com o A (artigo) antes de palavras femininas que ao serem substituídas por palavras masculinas gerem (ao) em seu lugar; e para substituir as preposições ou locuções prepositivas “para a, na, pela, com a.
E antes das palavras que indicam localidades geográficas femininas é muito comum os equívocos.
Então use: Se volto DA Alemanha, DA Inglaterra, DA América, DA Argentina, DA festa, DA caminhada... Vou à Alemanha, à Inglaterra, à América, à Argentina, à festa, à caminhada...
Isto não exclui a necessidade de estudar mais detalhadamente regência verbal, mas por hora já é um bom começo.
Até mais.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Adoção!?!

Ao me deparar com o livro, Criança Adotiva de Nazir Hamad, senti grande identificação e necessidade de lê-lo para esclarecimentos dos pontos obscuros que por mim rodeavam naquele momento. Somente as boas intensões podem de fato gerenciar esta situação de relacionamento entre pais e filhos adotivos? Será que a objetividade e até mesmo uma certa frieza dos processos judiciários se justificam? Como contornar as situações de conflito instalada por excesso ou escassez entre pais e filhos?
Decidi escrever sobre isso observando os esclarecimentos que me trouxeram tal livro e refletindo sobre nosso papel na busca de compreender os sentimentos humanos. Nada se pode fazer a outro ser humano sem o sentido de amor e intensão declarada, portanto minhas intensões são de compartilhamento dos conhecimentos e busca incessante para oferecer o melhor para uma relação justa de amor.
O bservando o ponto de apoio que a autora foca em seu livro posso dizer que minhas dúvidas foram aclaradas de forma ampla.
A autora, Nazir Hamad, pontua como deve ser observado o fato de pais quererem muito um filho e a possibilidade desse filho querer muito estes pais.
O fato socio econômico é importante mais nada que de fato defina a aceitação ou não da adoção. Mas, a compreensão do que de fato pode significar uma adoção para a vida de ambos os envolvidos é por ela analisado.
Para os pais não ter clareza, se a criança vem para sua casa, para ocupar um vazio que ali se instalou, é prejudicial a ambos. A autora defende a ideia dos preparativos para a chegada de uma criança adotiva da mesma forma que se aguarda o processo de uma gravidez. Ela também salienta que na prática isso não acontece. E que também não define a verdadeira compatibilidade entre os preteridos.
Mas fica muito claro sua postura quanto a necessidade de estabelecer um mínimo de bom senso lógico quanto ao envolvimento emocional nesta situação e tal qual um namoro aguardar o melhor momento para dar o passo definitivo.
O livro é extremamente didático o que faz qualquer pessoa desenvolver uma compreensão farta, é acolhedor para leigos e simpatizantes da causa e demonstra sua prática em trabalho forense nas causas de adoção.
Quanto as questões citadas acima fico com as seguintes respostas: Somente boas intensões não devem nortear uma adoção, porque as vidas das pessoas envolvidas não são feitas de momentos..., sejam eles de dor ou alegria. O ideal é que compreendamos a real necessidade de tal atitude e nos responsabilizemos por ela a vida toda... deixando um espaço aberto na consciência para abrigar os erros e acertos dessa atitude.
Os processos judiciais precisam sim... ser frios e rígidos, para cumprirem um papel que ninguém quer cumprir. O papel de por o dedo na ferida da hipocrisia e ignorância dos fatos escondidos por trás das boas intensões.
E como contornar os conflitos entre pais e filhos provocados pelo excesso ou mesmo pela falta? Fico segura em acreditar que nada está perdido e que seguimos a humanidade em seus erros e acertos, e no momento o melhor é querer muito encontrar a solução, cada caso é um caso e merece ser apreciado dentro das suas especificações. Partindo do princípio de que o autoconhecimento é a luz da verdade..., pelo menos naquele momento.
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Olá... Quero trocar esta experiência...

Estou ligada no momento na experiência de alfabetização de um aluno com característica especial, ele tem 27 anos e passou 25 anos sem ouvir. Hoje ouve cerca de 60% por um aparelho auditivo. Estou fazendo acompanhamento com ele há 10 meses, ele já consegue expressar de forma básica seus sentimentos e necessidades através da escrita, sua fala é razoavel e sua vontade com a Matemática é imensa.
Sinto muita satisfação com os resultados obtidos até agora, mas também vejo grande dificuldade em implantar novos vocabulários porque sua capacidade de leitura ainda é lento, vejo que preciso ainda de mais tempo para que ele absorva mais a leitura para que as experiências com os vocabulários tenham de fato efeito significativo.
Estou aceitando sugestões sobre vídeos de iniciação vocabular sem ser muito infantil ou técnico demais. Ele lê e compreende textos de até 25 palavras por página. Isso o leva aos textos de nível II ou III. Porém vídeos dessa natureza ainda não encontrei.
Sobre a Matemática seu treinamento está associado aos conceitos básicos da adição e subtração, pretendo ganhar espaço dentro da sua capacidade cognitiva para ampliar sua experiência.
Neste primeiro contato através do blog coloco esta situação, tenho várias outras com as quais trabalho. Por isso, podemos conversar e ampliar esta experiência de acordo com os novos contatos.
Até a próxima.
sábado, 21 de novembro de 2009
Olá,.... Seja Bem Vindo!!!
Adoro meu trabalho e acredito que se pode ensinar e trocar com os alunos novos saberes e formações.
Até a próxima....
quarta-feira, 22 de abril de 2009
O que aprendi esta semana sobre gramática....

Quero aproveitar e divulgar o blog do Prof. Luis Antonio Sacconi de quem fui e ainda sou aluna. E por isso, esta semana quero compartilhar esta observação feita por mim, em seu blog no dia 18/04/ 2009.Ele fala sobre a expressão; de + verbo infinitivo.
O Prof. Sacconi define e demonstra de forma muito prática; observem:
Sempre que a expressão de + infinitivo equivaler a um adjetivo, não se usa o pronome se depois da preposição.
Vejam os exemplos que ele coloca:
É de estranhar que ela não me tenha telefonado. (de estranhar = estranho, portanto não se usa é de "se" estranhar).
É de admirar o que aconteceu aqui.( de admirar = admiravél).
É de esperar que se tomem as providências cabíveis. ( de esperar = esperável).
Foi de espantar a reação da moça. (de espantar = espantável).
Foi de notar a sua irritação. ( de notar = notória).
Era de impressionar a sua disposição. (de impressionar = impressionável).
Tais arbitrariedades não são de tolerar. ( de tolerar = tolerável).
Era de temer um retrocesso político. (de temer = temível ou temeroso).
Essas notícias não são de crer. ( de crer = críveis).
Uma reação da moça será de compreender. (de compreender = compreensível).
É de entender que isso tenha ocorrido. ( de entender = entendível).
O prof. ainda complementa: Não sendo possível a substituição, então usa-se-á o pronome se:
É de se perguntar: que país é este, que não combate a violência?
Será de se responder: este é um país que vai "pá" frente...
Todas as observações do prof. Luis Antonio Sacconi estão baseadas em situações do dia a dia, especialmente das matérias impressas por jornalistas em jornais, revistas e telejornais. Pessoas segundo ele têm a obrigação de expressar corretamente a Língua Portuguesa e nós professores, na tabela, estamos comprometidos.
Visitem o Blog Prof. Luis Antonio Sacconi.
Essas observações valem ouro, é um luxo saber fazer essas colocações no momento certo.
Beijos e até breve.






